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Partículas muito menores que um átomo




Até determinada época acreditava-se que a menor partícula existente no mundo era um átomo.

O estudo mais aprofundado dessas partículas muito menores que um átomo começou no século 19. Nessa época foi constatada a existência de 200 partículas desse tipo. A existência dessas micro-partículas gerou pesquisas de relações e interações existentes no universo. Por isso, equações matemáticas mais complicadas foram elaboradas para estudar a existência desses micro-corpos.

Os nomes desses corpúsculos são estranhos: quarks. Eles ainda têm divisões, como quarks estranhos e quark do topo, por exemplo. Todos eles possuem dimensões menores que a de um átomo.

Na história, em 1987 foi descoberta a formação do átomo, do elétron e seu núcleo. Foi concluído então que a maior parte do átomo se encontra vazia, sendo que em seu núcleo está a maior parte de sua massa. O núcleo do átomo é quase 10 mil vezes menor que sua totalidade.

Os tipos mais comuns de partículas subatômicas são: partícula alfa, que se assemelha com o núcleo de hélio emitido em um processo de radioatividade, e partícula beta, emitida em um processo de desintegração nuclear.

São chamadas de partículas elementares as que não fazem parte do conjunto fundamental e formação da matéria. Exemplos: Quarks, Léptons e Bárions.


Fonte: sitedecuriosidades.com
Foto Reprodução

 


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